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Diálise peritoneal contra indicações

A diálise peritoneal é uma técnica de substituição da ofício renal alternativa à hemodiálise. Frequentemente, é usada no arena 5D da carência renal crónica, ou seja na ciclo mais frente dessa carência. Nas situações de carência renal aguda dramático é bastante rara a sua uso, encontrando-se bem concreto o papel da hemodiálise e de técnicas dialíticas contínuas como a hemofiltração venovenosa nessas situações agudas.


Uma das grandes benefícios da diálise peritoneal prende-se com o facto de se alimentar de uma técnica ambulatória, frequentemente domiciliária.

Se o alucinado se obter correlativo de uma terceira indivíduo, a técnica pode ser executada por um diligente (Diálise Peritoneal Assistida) no próprio região ou em Lares ou Unidades de Afazeres Continuados.

A diálise peritoneal contínua ambulatória (DPCA) é a variedade mais usada dessa técnica. O paciente executa 3 a 4 trocas (passagens) manuais ao longo o dia. A diálise peritoneal automática é efetuada com recurso a uma cicladora. O alucinado é ligado a essa equipamento ao longo a noite. Veja mais informação em ” como é feita a diálise peritoneal”.


Informações da diálise peritoneal


Há poucas contra-indicações absolutas para a técnica como, por exemplo, hérnias abdominais não corrigíveis, bridas resultantes de cirurgias abominais ou rins poliquísticos de grandes dimensões.

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Em pediatria a diálise peritoneal é uma técnica preferencial. As crianças, capa na infância, apresentam acessos vasculares deficitários para construção de fístulas artério-venosas ou posto de cateteres centrais. Acresce que este localidade vascular precisa ser guardado para a sua vida adulta visto que o passagem de terapêuticas dos doentes renais crónicos é complementar.

É habitual uma criança entabular diálise peritoneal e sucessivamente ser transplantada com um rim. Lamentavelmente, a continuidade dos rins transplantados, em média 10 anos, não obsta a que venham a precisar de hemodiálise ou diálise peritoneal.


Os idosos ou doentes dependentes são capazes de entabular diálise peritoneal com recurso a um diligente, privado ou empregado de um Lar ou de uma Elemento de Afazeres Continuados (UCC).
Mostramos-lhe, de seguida, passo a passo, como é realizada a diálise peritoneal.


Como é feita a diálise peritoneal?


A diálise peritoneal necessita de a posto de um cateter (Tenckhoff) de ataque único na oco peritoneal.


Pode ser introduzido por técnica cirúrgica, constantemente por mini-laparotomia, ou percutânea.


Veja na imagem um cateter de Tenckhoff implantado há pouco tempo por mini-laparotomia.


Os doentes ou cuidadores são treinados ao longo 3 a 7 dias para efetuarem a técnica de maneira ambulatória. Idealmente, o cateter precisa ser introduzido cerca de 3 a 4 semanas antes do treino.


Os sistemas de diálise peritoneal contínua ambulatória (DPCA) apresentam duas bolsas, uma de drenagem que se bota no chão e uma do líquido de diálise a infundir que se bota num guarida. As bolsas conectam em Y com um extensor do cateter de Tenckhoff. Este extensor permanece ligado ao cateter por um tempo de seis meses e permite a conexão aos sistemas em Y de maneira improdutivo.


As gratificação esterilizadas são usadas somente pelos enfermeiros nas Unidades Hospitalares.
Em cada troca, o primeiro passo é de drenagem do líquido que se encontra dentro do peritoneu, usado da infusão de um líquido de diálise novo.


A pousada desse líquido na oco peritoneal ao longo 4 a 10 horas permite a extinção de substâncias urémicas, potássio e do líquido do corpo em exagero que seriam removidos pela urina na apartamento de carência renal dramático.


Veja imagem de DPCA na ciclo de infusão da saída de diálise. Note que a série de drenagem se encontra clampada.


As explicações infundidas são hipertónicas em correlação ao plasma. Essa casa é, frequentemente, conferida por elevadas concentrações de dextrose (1360 mg/dl a 3860 mg/dl), que possibilitam a afastamento de líquidos ao alucinado (ultrafiltração).


O técnica envolve uma técnica asséptica, dispensando a uso de gratificação esterilizadas. É necessário a posto de falsidade e a limpeza das mãos com água e descompostura que pode ser reforçada com explicações alcoólicas.


Na diálise peritoneal automática a cicladora efetua as trocas programadas (3 a 8 em ofício das necessidades clínicas). Ao longo o dia, o paciente ou diligente pode entabular mais uma troca manual (Diálise Peritoneal plus ou O.C.P.D.) porém, habitualmente, não há essa urgência, libertando-os para as suas atividades laborais, de passatempo ou estudantis.


Os afazeres de enfermagem na Diálise Peritoneal são fundamentais, no treino e na reconsideração periódica da técnica.


Opção à diálise peritoneal


A hemodiálise é uma alternativa à diálise peritoneal na carência renal crónica arena 5.
Saiba, aqui, tudo sobre hemodiálise.


A transplantação renal, não obstante, é considerada como a técnica de substituição renal com melhores resultados respeitante a à morbilidade e até aos 70 anos de idade similarmente em correlação à mortalidade.

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A escolha diálise peritoneal precisa ser apresentada em consultas de informe de acordo com a lei da DGS 017/2011. Esta lei similarmente define o tratamento conservante médico da Carência Renal Crónica Arena 5.
A essencial diferença entre a diálise peritoneal e a hemodiálise, na perspetiva do alucinado, parece ser o facto da diálise peritoneal não intervir a afastamento de sangue do corpo para a sua depuração.


Benefícios da diálise peritoneal


As benefícios da diálise peritoneal mais significativas são a eventualidade de ser executada no local privado do alucinado sem deslocações frequentes, bem como a estabilidade hemodinâmica conferida por um tratamento constante.


As desvantagens da diálise peritoneal são inerentes à técnica. As infeções do hiato de saída do cateter são respeitante a frequentes, em média uma por ano, e as peritonites ( cerca de uma em cada 2 anos) são frequentemente tratadas de maneira eficaz com antibióticos infundidos na oco peritoneal juntamente com a saída de diálise.


A persistência da ofício renal dos doentes é bastante fundamental em diálise peritoneal. Permite entabular um menor algarismo de tratamentos ou ciclos diários e uma pousada maior nesta técnica.


Os custos da diálise peritoneal são elevados nos países que não produzem as explicações de diálise, como é o caso de Portugal. Este pode ser um razão para a inexistência de centros privados empenhados em efetivar esta técnica como alternativa às Unidades Hospitalares.


A qualidade de vida em diálise peritoneal parece ser superior respeitante a à hemodiálise. Permite maior autarquia dos doentes e esses não referem submissão respeitante a aos profissionais de saúde, médicos e enfermeiros, bem como das máquinas de hemodiálise. A diálise peritoneal automatizada permite o dia desocupado para performance de exercício trabalhista ou discente.

FONTE: https://www.r7.com